Com “An artist must be different”, o performer e autor de livros explora a dualidade do artista, oscilando entre o que é no ambiente privado e o que se torna em sociedade, sob a demanda contemporânea de ser “diferente” e retoma o conceito de ser artista em tempos medievais. À época, os criadores não tinham essa pulsão tão marcada em ser diferente, já que o foco era obedecer a cânones.
Na inscrição, Tomas Lagūnavičius conta que usou uma máscara, possibilidade de esconder o eu, para tratar dessa dualidade: “Esta performance é sobre perguntas, não respostas”.



