Desde 2015, a SerformanceP ativa a performance art para corporificar paradoxos urbanísticos do Sul Global.
Arte crítica, de nível internacional, aberta ao público presencial em São Paulo e globalmente online.



Origem
Uma rede de artistas independentes
A SerformanceP nasceu da rede de artistas independentes que Ismael Trabuco ativou em São Paulo, da qual ele mesmo faz parte. Formado pela Belas Artes e mestre em Artes pela Unesp, Ismael atua no palco e na música desde 1997 e na arte de rua desde 2002. Hoje assina suas performances como IsTo e é o diretor artístico da Mostra.
A primeira edição, o Cabaret de Happy Hour, ocupou o Lapeju Bar, no Baixo Augusta, em 12 de novembro de 2015, e inaugurou o conceito de programação entre centro e periferia que orienta a Mostra até hoje: a performance misturada à rotina da cidade.
Convocatória
Convocatória em escala global
A cada edição, uma chamada aberta internacional circula pelas principais redes de artistas independentes, com parceiros recorrentes como ArtJobs e Contemporary Performance. As propostas chegam de todos os continentes e, depuradas e selecionadas, compõem a programação do ano em três formas de participação.
Ativação presencial
Artistas do Brasil e do exterior performam fisicamente em São Paulo, em espaços culturais, públicos e comunitários da cidade.
Videoperformance
Obras em vídeo exibidas durante a programação, que passam a integrar o acervo digital da Mostra.
Transmissão ao vivo
Criadores e teóricos apresentam performances e conversas transmitidas ao vivo nos canais da SerformanceP.
Todos os artistas que passaram pela Mostra estão no índice de artistas.
Curadoria
Sinais do zeitgeist, leitura do genius loci
A curadoria da SerformanceP nasce de duas escutas, conduzidas por Isaac Trabuco, produtor e curador da Mostra.

Zeitgeist, o espírito do tempo
As inscrições funcionam como sinais enviados por artistas do mundo todo sobre as condições do presente. Quando propostas de países e trajetórias muito distintas recorrem ao mesmo tema, o sinal se confirma: é um assunto que paira no zeitgeist global, sobretudo no Sul Global.

Genius loci, o espírito do lugar
Cada território da programação é lido a partir das narrativas que disputam o seu presente e o seu futuro. A leitura territorial vem da pesquisa de Isaac na USP sobre narrativas em disputa no território, aplicada antes ao Largo do Arouche.
Do cruzamento das duas escutas nascem as lentes de cada edição. Elas não rotulam as obras: qualquer lente pode ser aplicada a qualquer obra e gerar outra leitura. São pontos de instigação para o público e para os artistas, e o método se ajusta a cada ano. O acervo guarda o zeitgeist e o genius loci que cada edição narrou.
Alianças
Alianças institucionais e viabilização
A SerformanceP opera entre a produção cultural independente, instituições parceiras e artistas. Ao longo das edições, construiu histórico com espaços institucionais de prestígio e com financiamentos do primeiro, segundo e terceiro setores.
Escala ágil
Uma estrutura enxuta garante conexão horizontal e imersiva com cada território.
Laboratório
Flexibilidade para experimentar, amparada por organização e rigor documental em acordos, contratos e compromissos.
Rede madura
Parcerias duradouras e espaços de vanguarda ocupados na Grande São Paulo.
Espaços e coletivos parceiros
- Ação Educativa
- Casa 1
- Casa do Povo
- CEU Heliópolis
- Embaixada da Performance Arte
- Espaço Cultural Pulo do Sapo
- Espaço Esponja
- Estúdio Lâmina
- Gira — Circuito Itinerante de Performances
- Lapeju Bar
- Matilha Cultural
- Monique Lemos (Batekoo)
- Pinacoteca de São Bernardo do Campo
- Ponto Cego — Coletivo de Performance do SESI Vila Leopoldina
- Projeto Grind
Poder público e fomento
- Ministério da Cultura — Governo Federal
- Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)
- Governo do Estado de São Paulo
- Prefeitura de São Bernardo do Campo — Secretaria de Cultura
- Programa Ibercena (Funarte)
- Ano Ibero-americano das Artes Cênicas 2025
Redes internacionais
- ArtJobs
- Contemporary Performance
Contato
