Poeta, pesquisador e ativista social desenvolve ações artísticas em coletivo no Recôncavo Baiano, a partir da amplitude e potencialidades da cultura e da arte negra do território. “Perigo” reflete sobre uma colonização ainda entranhada em nossa subjetividade. Traduzindo a dor de feridas expostas, que se libertam em forma de arte. O café e a cana de açúcar remetem à escravidão para exprimir a sensação de violência e a necessidade de conter o corpo preto, privado de sua liberdade para manter as estruturas de poder.
