A Coletiva Oculta atua entre brechas e ruínas, com performance, oráculos e altares efêmeros, congregando tecnologia e aplicações cotidianas. Atuante desde 2015, é composta por pessoas pretas e indígenas. Participou da mostra Pavão, em 2015, e da mostra Corpos-Cidades, em 2019, quando também integrou a Residência Artística Ilê Atelaiyê Africanizze Performática, no Rio de Janeiro.