O artista plástico e gerente cultural utiliza a arte para questionar identidade, poder e questões sociais. A obra “Perpetuation” explora o uso de arame farpado como dispositivo de poder, relacionando-o a questões sociais e políticas.
Na inscrição, o artista lembra que o arame farpado, nascido como ferramenta agrícola, passou à guerra e se espalhou pelo planeta, e relaciona o confinamento da pandemia ao agravamento de violências, despejos e fome: com ou sem pandemia, os direitos humanos continuam a ser violados.


