Apresentada no programa de 2025 como Ars, a ação evoca a origem latina da palavra arte — ars, ou habilidade — como força essencial no desenvolvimento das civilizações. Entre crítica e celebração, a performance reivindica o lugar da arte no crescimento urbano e industrial, afirmando o espírito criador que persiste nas megalópoles sul-americanas.
No saguão da Pinacoteca de São Bernardo do Campo, em 15 de agosto de 2025, Kareen Labbé Weber se deitou com blocos de gesso sobre a testa e o peito. Quebrou o gesso a marretadas, prendeu ao peito um coração de tecido vermelho e estendeu no chão longas faixas vermelhas, nas quais ela e o público pintaram palavras como coragem, dor, revolução e ser gente. Já de vestido vermelho, saiu com uma bandeira vermelha em punho e desceu sozinha a escadaria externa, noite adentro.




















