Artista e professor universitário, PC propõe uma ação que explora a exaustão cotidiana e os rituais do trabalho. No centro de um círculo de sete bacias, o performer percorre um trajeto repetitivo, carregando e despejando um líquido — metáfora do esforço cíclico e do esvaziamento simbólico.
Na praça em frente à Pinacoteca de São Bernardo do Campo, na noite de 15 de agosto de 2025, PC, de túnica branca, percorreu as bacias de alumínio espalhadas pelo chão, erguendo-as sobre a cabeça e despejando a água de uma na outra até encharcar o corpo e o piso, sob o olhar do público reunido na escadaria.




















