Performance enquanto presença, com atos ao longo da Mostra que combinam canto, grafite, moulage e rito urbano. IsTo costura narrativas em muros, corpos e superfícies, ativando signos da arte de rua de forma ritualística. Inspirado em estudos herméticos e semiótica, ele surge como aparição e rastro, tocando o que ainda não tem nome nesta realidade, lançando atenção luminosa sobre ideias ocultas, mesmo imateriais e não-manifestadas.
IsTo apareceu nos três dias da Mostra. Em 15 de agosto de 2025, cantou ao microfone e ao violão no palco do auditório da Pinacoteca de São Bernardo do Campo. No dia 16, no pátio do Espaço Cultural Pulo do Sapo, cantou entre o público e, com outra pessoa, ergueu um pano branco pintado com seu nome e os dizeres “IsTo é arte!”. No dia 17, no Riacho Grande, fez malabares com tochas e cuspiu fogo na praça da feira.










