A performance convoca o público a cartografar memórias esquecidas sobre um tecido cru, desenhando gestos e palavras que vazam do corpo para o coletivo. Na vivência “Grafar para lembrar”, folhas são distribuídas para que cada pessoa registre cartas ou contações a serem entregues ao(s) destinatárie(s) de sua escolha, compondo um painel de lembranças compartilhadas.
No pátio do Espaço Cultural Pulo do Sapo, em 16 de agosto de 2025, Reya Perovan reuniu crianças e adultos da comunidade em torno de um longo tecido cru estendido sobre tapetes coloridos. Com pedaços de carvão, os participantes desenharam casas, janelas, árvores e sinais do bairro; ao final, o painel coberto de desenhos foi erguido diante do conteiner-sede do espaço.













