Arquivos: Obras
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Ritual de Encerramento: sER.á.Linha_do
A Performance sER.á.Linha_do gira em torno da troca entre corpo/palavra/poesia. Onde o texto escrito por um fio contínuo conduzido pela artista Tamara Faifman, percorre o corpo das performers que conduzem movimento à poesia, provocando diversos tipos de leitura, visual/ verbal/ corporal, gerando um único ser em conexão. Na praça da feira do Riacho Grande, em…
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Ciborguebixa
Matheus Silva é artista das artes cênicas com pesquisa em Teoria Queer. Doutor pela UFMG, sua prática mistura artivismo e performance. Ciborguebixa acompanha um dia na vida de AdivinhaaDiva, bufona-ciborgue-bixa que enfrenta, com ironia e potência, violências cotidianas sofridas por corpos dissidentes.
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Verbete dissidente
Maju Ferretti é multiartista agênero e artivista, mestrande em artes cênicas pela UFOP. Em Verbete dissidente, costura textos pessoais, trechos do solo C.A.V.AL.A e definições de dicionário para criar uma videoperformance que confronta normas de gênero e ficções cistemizadas.
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Blue Swimming
Danilo Bracchi é bailarino, performer e gestor cultural. Coordena o Projeto Conexão Curimbó e dirige a Companhia de Investigação Cênica. Em Blue Swimming, Danilo e Claudia Messeder transformam o ato de nadar em liberdade e colaboração, de corpos, técnicas e afetos.
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Hera
Rafaela Jemmene é artista visual e pesquisadora com doutorado pela UNICAMP. Na performance ‘Hera’, ocupa espaços arquitetônicos com o corpo, como uma planta que cria raízes e se expande. Cada ação é única, pois se molda ao espaço e à presença da artista.
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composição II
Viviane Vallades propõe em ‘composição II’ uma ação performática com bexigas transparentes, explorando paisagens sonoras, visuais e simbólicas. A respiração, o corpo e o ar se fundem ao ambiente, em uma poética do invisível que evidencia a inter-relação entre corpo e espaço.
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Extra Terrestres
Kakto 3D é artista multidisciplinar que une arte, educação e tecnologia. Em ‘Extra Terrestres’, figuras mascaradas habitam o Parque do Povo em silêncio. A obra explora identidade e transformação diante de incertezas biológicas e digitais.
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Eu sou o rio negro
Natália Xavier é artista visual, poeta e cantora. Mestra pela UNICAMP, pesquisa a relação entre corpo, natureza e espiritualidade. Em ‘Eu sou o rio negro’, evoca a memória ancestral dos rios como caminho para uma nova compreensão do tempo e da morte, propondo outro modo de existir com o cosmos
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O Batismo de Ofélia
Milena Preto é artista multidisciplinar formada pela FAAP, com pesquisa que atravessa arte e medicina. Em ‘O Batismo de Ofélia’, resgata a personagem de Shakespeare para reescrevê-la como sujeito de seu próprio renascimento. A performance transforma a morte simbólica em gesto de agência.
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Impregnar – Série (im)peregrinação
Fabrício Dias é artista visual e pesquisador. Mestrando pela UFBA, investiga memórias da Estrada Real no sertão baiano. Em Impregnar, percorre a pé um trecho da serra entre Livramento e Rio de Contas. Com vestes brancas, coleta rastros poéticos do território — terra, poeira, calor, suor — impregnando o corpo de memória e ancestralidade.