Miguel González Cordero é um artista interdisciplinar cuja prática artística tem uma abordagem autobiográfica, entrelaçada com pesquisa sociopolítica e cultural. Seu trabalho desafia as percepções sociais sobre corpos com deficiência, explorando suas interações dinâmicas com objetos e espaços cotidianos. Inspirado por suas experiências pessoais, especialmente em Porto Rico, onde as barreiras arquitetônicas e a infraestrutura inadequada prevalecem, ele investiga as complexidades da acessibilidade e o impacto dos ambientes físicos nas experiências humanas com a diversidade funcional. A obra “Qué es Normal?” aborda a autoaceitação do corpo, questionando os conceitos de normalidade e como as cicatrizes, dispositivos médicos e outras marcas fazem parte da vida e identidade.



