Jéssica Cruz é multiartista com trajetória em dança, performance e cultura popular. Em Semeadouro, a cabaça convoca o gesto de semear como ato de preservação e memória. A performance convida o público a refletir sobre a continuidade da vida e a resistência de saberes ancestrais por meio da preservação da cabaça — planta quase extinta — símbolo de conexão entre passado, presente e futuro.
No Riacho Grande, em 17 de agosto de 2025, Jéssica Cruz atravessou a feira, as ruas e o calçadão coberta por cachos de cabaças da cabeça aos pés. No deck à beira da Represa Billings, formou um círculo de cabaças e se recolheu sobre o monte; depois, já sem o manto, arrumou as cabaças e, com uma cuia, distribuiu sementes nas mãos do público.

































